Necessidades Básicas

Na Animalices, em complemento a um atendimento personalizado por profissionais qualificados que lhe disponibilizam informações valiosas sobre os cuidados a ter com o seu animal de estimação e nosso “cliente”, encontra ainda ao seu dispor uma vasta gama de produtos previamente seleccionados, com critérios rigorosos de qualidade, higiene e segurança, que vão de encontro as necessidades de ambos.

Desta forma participamos activamente como complemento e mais-valia, na relação privilegiada que desfruta com o seu animal de companhia e vice-versa.
Venha à Animalices, ponha-nos as suas questões e compartilhe as suas experiencias, contribuindo para a nossa própria evolução no mercado dos animais de estimação.
Ao optar um ROEDOR como Animal de Estimação, tenha atenção a quatro necessidades básicas, o Bem-estar e Segurança, Higiene, Alimentação e Saúde.
Os produtos que aconselhamos nos itens atrás referidos são o mínimo e mais elementar, independente da Etapa de Vida do seu “amigo”, de forma a proporcionar-lhe uma excelente qualidade de vida.
Desfrute !!!

Bem-estar e Segurança
Barra de Semente – Alternativa á comida normal, obrigando-o a trabalhar para obter alimento.
Biberão de Água - Fonte de água limpa.
Bloco Mineral - Permite roer e mantém os dentes aparados.
Coleira e Trela - Proporciona exercício, segurança e socialização.
Fun Ball - Permite o exercício fora da gaiola com segurança.
Gamela ou Taça – Proporciona um local limpo para a alimentação.
Jaula ou Gaiola – Em metal, vidro ou plástico, de dimensão proporcional ao animal, a fim de proporcionar um lar suficientemente grande.
Jaula ou Gaiola – Em metal, vidro ou plástico, de dimensão proporcional ao animal, a fim de proporcionar um lar suficientemente grande.
Nichos ou Casas - Fornece esconderijos e segurança.
Roda de Exercício - Permite exercício dentro da jaula.

Higiene
Cama – Mantém a jaula e o animal limpos, reduzindo os odores.
Escova – Para reduzir a sujidade e emaranhados, mantendo um pêlo solto e limpo.
Litter Desinfectante - Neutraliza os odores da urina.

Alimentação
Alimento - Fornece alimentação básica ao animal dependendo das suas características.
Barra de Semente – Alternativa á comida normal, obrigando-o a trabalhar para obter alimento.
Bloco Mineral - Ajuda a manter a hidratação, fornece minerais e mantém os dentes aparados.
Guloseimas - Variedade nutricional.

Saúde
Anti Stress - Muito importante durante a mudanças de ambiente, precavendo ou tratando possíveis diarreias.
Vitaminas – Garante uma alimentação equilibrada.
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Esquilo

Nome comum: Esquilo Siberiano ou Esquilo Coreano
Nome científico: Eutamias Sibiricus
Família: Sciuridae
Tamanho: 10 para 15 cm
Esperança de vida: 3 a 5 anos
Conservação da espécie: segura
Hábitos sociais: solitário

História
O Esquilo Siberiano ou Esquilo Coreano pode ser encontrado em estado selvagem no Norte do Japão, China, Coreia e Zona central da Rússia. É a única espécie do género que pode ser encontrada fora do Norte da América.
É um esquilo terrestre que escava tocas no chão, mas também se abriga em buracos naturais nas árvores ou em ninhos abandonados de árvores. Habita bosques e zonas de arbustos.
Não é nocturno, realiza as suas actividades durante o dia e recolhe para a toca à noite. É predado por aves, texugos, entre outros.

Descrição
O corpo do Esquilo Siberiano mede entre 12 a 17 cm, sem cauda, e 22 a 27 cm com a cauda incluída. As orelhas pequenas e arredondadas nas pontas. O pêlo no dorso vai desde o castanho acinzentado até o amarelo ocre. Tem entre quatro a cinco riscas longitudinais e uma cauda castanha com largas riscas pretas em cada um dos lados e com finas bordas brancas.
Os esquilos siberianos podem hibernar quando o clima é muito frio (a partir dos 10º) ou quando há falta de alimento, reduzindo a maioria das suas funções vitais. Assim, é bem natural que seja possível observá-los como se estivessem embriagados, pois há sempre horas de maior aperto, e o esquilo sentindo vontade de fazer necessidades, desloca-se até ao local apropriado, ainda que meio adormecido.
Quando o esquilo está adormecido (parecendo morto), a sua respiração é muito lenta e o seu corpo fica frio, assim sendo, é aconselhável que se certifique bem de que o seu esquilo está a hibernar e não está morto. Caso o esquilo não hiberne não significa que algo correu mal, antes pelo contrário, significa sim que o esquilo não teve necessidade para tal. No entanto, se o fez também não é mal nenhum pois este é o seu comportamento na natureza.
O Esquilo Siberiano enterra as suas nozes a cerca de 5 cm de profundidade. São animais limpos, que fazem a própria higiene. Fazem diferentes sons, quase todos são uma espécie de “chip” que se assemelha ao som de um pássaro.
Os esquilos são animais muito asseados fazendo as suas necessidades sempre no mesmo local, normalmente no canto oposto ao do ninho e da comida. Isso facilita bastante a manutenção da gaiola sendo apenas necessário limpá-la, uma vez por semana. No entanto, convém ir limpando o local das necessidades com mais brevidade evitando maus cheiros principalmente no Verão. Como forro absorvente do fundo, pode ser colocado areia para gato sem perfume ou aparas de madeira.

Alimentação
A alimentação é um dos factores de maior importância para manter os esquilos de boa saúde e com forças para toda aquela actividade enérgica bem característica destes pequenos roedores. Uma boa alimentação passa por uma ração a mais variada possível, acompanhada por pequenos complementos.
Nunca se deve de dar comida de papagaio aos esquilos, pois para além de ser muito calórica devido à quantidade de sementes de girassol, também é muito incompleta face ás suas necessidades.
Actualmente pode-se encontrar com facilidade rações próprias para esquilos. Estas rações são constituídas por uma mistura de sementes e frutos secos (amendoins, avelãs, alfarroba, sementes de girassol, fruta seca, etc.), sendo esta a alimentação base que deve estar sempre à disposição do animal. Como complemento da alimentação principal, deve-se colocar fruta (maçã, pêra, uvas, laranja, etc.) com alguma frequência e uma pequena guloseima. Essa guloseima pode ser amendoim, avelã, amêndoa, pinhão, castanha e noz, tudo com casca, pois ajuda ao desgaste dos dentes, factor esse que é vital nos roedores. As guloseimas, são também um dos factores essenciais na domesticação de um esquilo, ajudando a criar um laço de afecto entre dono e animal.
Os esquilos deverão de ter sempre à disposição uma "garrafa" própria para roedores com água, devendo mudá-la de dois em dois dias especialmente no Verão, quando a água tem tendência para ficar mais choca. Não se deve de deixar a água acabar pois isso poderá indicar que o esquilo necessitou de beber e não teve.

Alojamento
O bem-estar de qualquer animal em cativeiro passa sem dúvida alguma pelo alojamento, e os esquilos não são excepção. Sendo animais de grande actividade passando grande parte do dia a correr e a saltar, é necessária uma gaiola espaçosa com ramos, cordas, etc. Essa actividade é vital nos esquilos pois faz parte do seu instinto natural, e como tal deve de ser simulado o mais possível o seu habitat. A gaiola poderá ser de interior ou de exterior.
A gaiola deverá de ter também um ninho com um pouco de feno. O ninho tem várias funções, uma delas é proporcionar um local de abrigo para descansar, funcionará também como esconderijo em caso de “perigo” o que é muito importante para evitar o stress, e por ultimo serve-lhes como armazém, onde guardarão alimento no Outono como reserva para o Inverno. Em caso de ter mais de um esquilo, é aconselhável colocar mais de um ninho, evitando assim brigas por disputa de território.

Reprodução
Os esquilos são muito exigentes no que diz respeito à reprodução. Regra geral, eles só se reproduzem caso tenham as condições ideais, isto é, as mais aproximadas possíveis do seu habitat natural. Os esquilos só se reproduzem a partir dos 8 meses (podendo ir até aos 2 anos), fase essa que é quando atingem a maturidade sexual. Nos machos isso evidencia-se através dos seus testículos que ficam bem mais desenvolvidos.
Os esquilos podem criar durante duas épocas do ano, entre Fevereiro e Abril, e entre Junho e Agosto, tendo como fim garantido de época de reprodução os finais de Setembro. Esse período pós hibernação é o ideal para criar pois é a época do ano em que o clima é mais ameno ajudando à sobrevivência das crias. Saídas da hibernação, as fêmeas entram no cio, dando a conhecer ao macho o seu estado receptivo através de um "piar" contínuo. As fêmeas entram no cio durante três dias com espaços de quinze, não aceitando os machos fora desses três dias. O acto da cópula é bastante agitado ou até mesmo violento, pois mesmo a fêmea estando no cio é provável que rejeite o macho desencadeando algumas brigas. Assim, é possível que algumas fêmeas fiquem com peladas no dorso resultantes do abocanhar do macho durante a cópula.
Caso a fêmea engravide, terá de aguardar aproximadamente entre 28 e 35 dias até dar á luz de 3 a 5 crias cegas, surdas e sem pêlo. No dia do nascimento a fêmea sairá do ninho somente para se alimentar, passando o restante tempo a cuidar dos recém-nascidos. Nessa altura a fêmea fica com as glândulas mamárias bastante desenvolvidas sendo de fácil observação. Mesmo com todas as condições necessárias é bem possível que os esquilos não se reproduzam, pois para além de tudo o que é imprescindível para que o façam, também existem alguns factores que possam ser inibidores.

Filhotes
Após o nascimento, as crias levam mais ou menos 30 dias até saírem do ninho. Durante esses 30 dias vão-se desenvolver bastante, começando a crescer-lhes o pêlo, abrem os olhos, ganham audição e começam a alimentar-se de alimentos sólidos. Caso pretenda observar as crias, é aconselhável que o faça quando a mãe não estiver por perto e deverá de ter muito cuidado com a forte iluminação que poderá facilmente cegá-las.
Saídos do ninho, os jovens esquilos ainda vão necessitar da progenitora pois esta em quem os ensinará a procurar comida e abrigo. Em todo este processo de aprendizagem e de criação, não há qualquer tipo de acompanhamento por parte do macho sendo uma tarefa solitária para a fêmea o que é aconselhável separar o macho dos restantes. A partir dos 2 meses de vida, os jovens deverão de ser separados da mãe pois daqui para a frente não haverá quaisquer laços familiares entre mãe e filhos, e é provável que cruzem em cios próximos. Essa situação não é nada saudável, pois há o perigo de consanguinidade o que pode resultar em ninhadas com crias muito fracas ou até mesmo deficientes.
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Porquinho da India

Nome comum: Preá ou porquinho da índia
Nome científico - "Cavia Parcellus"
Ordem: Rodentia
Nome em inglês: guinea pigs
Família: Cavidae
Espécie: Cavia porcellus, Cavia aperea, Cavia cobaio.
Peso ao nascer: 75 a 100 gramas
Tamanho: de 25 a 30 cm quando adultos.
Peso adulto: variando entre 800 g e 1,5 Kg.
Origem: regiões sul e sudeste do Brasil, Argentina e Paraguai.
Hábitos: basicamente nocturnos.
Tempo de vida - 4 anos, em média (7 no máximo)
Maturidade sexual - 4-6 semanas
Ciclo de ovulação - em média 16 dias
Período de gestação - 62 dias (2 meses)
Filhotes por parto - de 2 a 3, em média, podendo chegar a 6
Tamanho ao nascer - 7,5 cm
Aos descuidados, o porquinho-da-índia seria simplesmente um porco pequeno oriundo da Índia. Nada mais equivocado. O que leva esse animal dócil a ter esse nome é a leve semelhança com o porco e a confusão de Américo Vespúcio - a mesma que levou os índios a terem esse nome, embora, como sabemos, não sejam da Índia.
Na verdade, enquanto os porcos pertencem à ordem dos Ungulados (mamíferos cujos dedos ou patas são providos de casco), os porquinhos-da-índia são da ordem dos Roedores. E qual seria a verdadeira origem desse animal? Palmas para quem respondeu América.
Comportamento
O porquinho-da-índia apresenta um bom temperamento, sociabilidade, não agressividade e facilidade de manejo e é considerado uma excelente opção como animal de estimação para crianças. Ao contrário de outros roedores, não é bom saltador ou escalador. Além disso, é um animal lento, fácil de ser apanhado. É muito curioso e se torna amigo de seu dono.
Em jaulas ou viveiros, podem viver pacificamente em grande número, desde que a quantidade de machos seja pequena. Pequenos grupos, quando criados juntos desde pequenos, se tornam grandes amigos.

Alimentação
Esses animais devem ser alimentados com ração de coelho, feno ou capim, legumes e frutas frescas, especialmente brócolos e couve-flor, por sua quantidade de vitamina C, essencial para o porquinho-da-índia. Cenouras, vagens de ervilha e ervas também são boas.

Alojamento
As gaiolas para porquinho-da-índia precisam ter pelo menos 25cm de altura, para que ele não fuja. É preciso, também, fornecer espaço suficiente para ele se exercitar. Mas, principalmente, é necessário haver uma boa ventilação - por esse motivo, aquários não são indicados.

Reprodução
A reprodução dos porquinhos-da-índia é bastante semelhante, em alguns aspectos, à dos hamsters. Ficam maduros sexualmente um pouco antes do final do primeiro mês. Contudo, o sensato é esperar até o terceiro ou quarto mês de vida para reprodução. Não se pode acasalar as fêmeas depois do sétimo mês de gravidez, por trazer dificuldades na hora do parto.
A gestação dura 62 dias. Os filhotes nascem de olhos abertos, já seguem a mãe por todo o lado em algumas horas e comem alimentos sólidos no primeiro dia. Os filhotes desmamam com 3 semanas e, ao término da quarta semana, devem ser separados dos pais por sexo, para evitar uma gravidez indesejada.
Incrivelmente, a fêmea pode acasalar logo após ter dado a luz.

Filhotes
O período de amamentação varia entre dez a vinte dias e a desmama se dá entre catorze e vinte e um dias.
Se avaliarmos que uma fêmea possui apenas duas mamas abdominais, quando o número de crias é de dois, três ou quatro, a desmama pode dar-se aos vinte dias, mas se o número de filhotes dor maior, é conveniente deixá-los com a mãe até mais ou menos trinta dias. Mas, é importante não ultrapassar este tempo, pois nessa idade os dentes dos filhotes já estão em desenvolvimento, podendo machucar as mamas da mãe.
Os filhotes nascem, em média, com 75 a 100 gramas e quando são desmamados pesam entre 200 e 250 gramas. Com oito ou nove meses eles alcançam seu completo desenvolvimento atingindo 500 a 600 gramas. Quando os animais são seleccionados podem chegar até 1,5 kg.
Esta rapidez no crescimento é explicada principalmente pela riqueza do leite que é rico em proteínas e gorduras. Além do leite, os filhotes com apenas três dias de vida já se alimentam a base de vegetais, ricos em vitamina C.

Doenças
Os porquinhos-da-índia são animais resistentes às doenças porém, é muito importante fazer exame periódico verificando o aspecto e a sanidade dos animais. Muitas das doenças provem do manejo errado: da falta de higiene nos alojamentos, superpopulação, ambientes com pouca ventilação ou temperaturas elevadas, correntes de ar e ainda alimentação inadequada. A melhor prevenção é conservando as instalações limpas, bem ventiladas e fazer a verificação periódica nos animais, afastando também certos males como piolho, sarna e vermes. Não esquecer de colocar em quarentena qualquer novo animal introduzido na criação e manter uma alimentação fresca e balanceada. Normalmente quando o animal está doente ele se torna triste e seus pêlos ficam secos e arrepiados.
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Coelho Anão

Nome Comum: Coelho anão
Nome científico: Oryctolagus cuniculus
Classe: Mammalia
Ordem: Lagomorpha
Família: Leporidae
Género: Oryctolagus
Origem: Europa, Mediterrâneo oriental e norte da África.

Tamanho: 4 vezes menor que as outras raças. Pesam entre 600 g e 1,5 Kg.
Hábitos: nocturnos, porém em cativeiro adaptam-se bem ao dia.

O coelho anão é uma miniatura de coelho. O anão holandês é uma raça bastante recente e é proveniente da Holanda, surgindo em 1947. A sua origem é um pouco incerta, diz-se que o coelho anão é o resultado dum cruzamento entre um pequeno coelho selvagem e o Dapper Polish. O Dapper era uma raça bastante popular antes da segunda Guerra Mundial.

O coelho anão foi bastante aperfeiçoado antes de ser exportado para a Inglaterra. Só em 1969 é que este animal foi visto em exposições nos Estados Unidos.
O Coelho Anão, é um excelente animal de estimação, não faz barulho, o seu pêlo não têm cheiro. O custo para mantê-los é muito baixo e são mansos e carinhosos, se tornando excelentes companhias para as crianças.

Manutenção

A Jaula deve dispor de espaço para se esticarem em todo seu comprimento, e alta o suficiente para que ele possa sentar sobre suas patas traseiras. Evite correntes de ar e locais húmidos. A nível da limpeza da gaiola, pode-se colocar no fundo material próprio. Estes ne
cessitam de ser trocados com regularidade nunca se esquecendo de lavar a base a fim de evitar o aparecimento de doenças. Para a comida deve-se utilizar um comedouro em barro ou em louça. Para a água existem biberões próprios. Os coelhos gostam de dormir dentro de casinhas. Existem também alguns brinquedos para eles.
Alimentação
Existe no mercado alimentação própria para coelhos anões. À sua
ração diária convém adicionar legumes frescos. Diariamente pode dar, cenouras, couve, salsa e rebentos de aipo, milho, capim, talos de brócolos, agrião, rabanete, nabo, e alfafa. Evitar batatas e alface. Os vegetais, devem corresponder a 20 % da alimentação do animal.
Uma vez por semana deve-se dar pão torrado, é bom para o desgaste dos dentes. Pode-se também dar uma vez por semana um quarto de uma maça ou pêra. Durante a gestação deve-se dar um complemento de cálcio e vitaminas.
Deve-se dar feno diariamente.

Reprodução
A idade ideal para cruzar os coelhos anões orelhudos é por volta dos 8 meses. Os coelhos anões orelhudos estão quase sempre aptos a acasalar durante todo o ano. O acto da cobrição dura no máximo 15 segundos, depois do macho cobrir a fêmea este solta um pequeno grito e cai para o lado, esgotado. Se o acasalamento for feito numa gaiola, coloque sempre a fêmea na gaiola do macho e nunca o inverso.
As coelhas anãs orelhudas mudam um pouco o seu comportamento durante a gestação. Ao 6º dia de gestação coloque dentro da gaiola um ninho em madeira e palha (ela irá levar a palha para dentro do ninho). Quando se aproxima do fim da gestação as coelhas arrancam os pêlos da barriga e forram o ninho com estes.
Evite pegar na coelha durante a gestação. As coelhas dão à luz sozinhas.

Filhotes
Os coelhinhos nascem carecas, surdos e com os olhos fechados. Dormem todos juntos de modo a se manterem quentes. As mães dão de mamar 2 vezes por dia. Entre a 7º e o 11º dias as crias começam a abrir os olhos e no corpo começam a aparecer os primeiros pêlos.
Aos 15 dias começam a tentar sair do ninho no entanto continuam a mamar. Ao fim dum mês de vida estes começam a comer comida sólida. Muito movimento na infância é essencial para fortalecer os músculos, coração e pulmões.
Idade do desmame – Os coelhos anões orelhudos, são desmamados por volta dos 2 meses. No entanto a partir da 6ª semana a digestão e os hábitos intestinais já começam a estar adaptados a comida sólida.
Maturidade sexual – Os coelhos anões orelhudos atingem a maturidade sexual por volta das 12 semanas
Período de gestação – O período de gestação varia entre os 28 dias a 33 dias.
Número de ninhadas por ano – As coelhas anãs orelhudas podem ter 2 a 3 ninhadas por ano.
Número de crias – As coelhas anãs orelhudas tem em média 3 bebés por ninhada.
Vacinação e desparasitação – Os coelhos precisam de ser vacinados contra algumas doenças. Leve o seu coelhinho ao veterinário, para fazer um check-up, para ser desparasitado e vacinado.
Coloração: branco, cinza, preto, marrom, canela, entre inúmeras outras.
Manuseio: aceitam bem. Podem ser erguidos pelo dorso, apoiando as patas traseiras na mão. Nunca pegar ou levantar o coelho pelas orelhas.
Compatibilidade: Melhor mantê-los separados ou em casais. Fêmeas só devem ser mantidas juntas se acostumadas desde pequenas.
Cuidados e alertas
Não se deve colocar a gaiola em zonas de correntes de ar.
Tenha em atenção o crescimento dos dentes. Existem no nosso mercado materiais para ajudar a desgastar os dentes.
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Chinchila

* NOME CIENTÍFICO: Chinchilla lanigera
* ORDEM: Roedores

* SUBORDEM: Simplice-dentate
* TRIBO: Hystricomorfhus ou Lagostomides
* FAMÍLIA: Chinchilidae
* GÊNERO: Chinchila

* ESPÉCIES:
Chinchila Lanígera
Chinchila Real
Chinchila Brevicaudata
* GESTAÇÃO: 111 dias
Nº DE FILHOTES: média de 2 filhotes

Nº DE CRIAS: 2 por ano
VIDA MÉDIA: 13 anos


Aparência Geral
As chinchilas são roedores que pesam entre 500 e 800 gr em adultos, as fêmeas são maiores do que os machos. As orelhas são compridas e arredondadas nas pontas. A cauda mede 8 a 15 cm e apresenta uma pelagem espetada, geralmente com
pêlo mais curto do que no resto do corpo. As patas traseiras são mais compridas do que as dianteiras, permitindo-lhes dar uma maior impulsão nos saltos.
O pêlo é sem dúvida uma das atracções na chinchila. A densidade da pelagem é de tal ordem, que chegam a crescer cerca de 60 fios por folículo. A cor original das chinchilas é acinzentada. Os fios são mais claros junto ao corpo e têm a ponta escura.
A Chinchila é um animal sociável e inteligente. Têm uma boa memória. São animais tímidos e é necessário algum tempo para ganhar a sua confiança. Quando confiam no dono, gostam de ser manuseadas e acaricia
das. As chinchilas não devem ser manuseadas por crianças sem maturidade suficiente para perceber o grau de sensibilidade destes animais.
As chinchilas são animais enérgicos e nocturnos. Na natureza preferem sair
à noite, quando a temperatura já arrefeceu. Em cativeiro, as chinchilas podem permanecer acordadas durante o dia, caso sejam estimuladas. As chinchilas vivem bem com temperaturas ambiente até 25ºC. A partir dos 30ºC, os donos devem tomar precauções.

Alimentação
A chinchila aprende e segue a rotina que lhe impuser. Dada a sua actividade nocturna, é aconselhável alimentá-las neste horário. Este roedor come basta
nte pouco, cerca de 30 gr diárias, não sendo por isso um animal dispendioso.
O alimento da chinchila deve ser rico em fibras. Seu cardápio constará de fibras constituído por feno, que pode ser de alfafa (o mais indicado pois ficará à disposição do animal numa separação que leva à jaula), palha de leguminosas ou pasto além de uva passa e maçã sem casca.
Deve recorrer a rações especiais para chinchilas à venda nas lojas de animais de estimação e sempre que possível providenciar um suplemento vitamínico (A, D e E).
Os restos de alimento serão retirados diariamente, pois azedam e mofam rapidamente, podendo ser a causa de múltiplas enfermidades.
A água deve ser limpa e fresca e estar à disposição do animal. Já existem no mercado bebedouros de bicos automáticos através dos quais a chinchila bebe a água, nas melhores condições, evitando a contaminação e molhar a gaiola. Lave os bebedouros uma vez por semana com água fervente e sem produtos químicos.

Higiene
As chinchilas são fáceis de manter. O seu pêlo é demasiado denso para poder apa
nhar parasitas externos. As pulgas e carraças ficam presas entre os pêlos e não conseguem chegar à pele, morrendo a meio do caminho.
Devido a estas características não se deve molhar o pêlo das chinchilas. O “banho” é feito com recurso a uma areia especial, carbonato de cálcio de modo a desengordurar, refrescar e dar brilho ao pêlo. A chinchila limpa o próprio pêlo esfregando-se nele. Para isso deve colocar cerca de 5 cm da areia especial num recipiente. O banho deve ser diário, preferencialmente de noite com a duração máxima de 30 minutos. Antes de lhe dar banho pela primeira vez aconselhe-se junto do veterinário ou de uma loja da especialidade.
As chinchilas renovam o pêlo de três em três meses, por isso é natural que encontre bolas de pêlo nessas alturas na gaiola.

As chinchilas têm um odor menos forte do que o dos ratos. Se a jaula for limpa semanalmente, o odor das chinchilas passa despercebido. O uso de substratos de qualidade ajuda a absorver o cheiro.
Alojamento
As gaiolas das chinchilas devem ser feitas de metal, uma vez que, como roedores, estes animais conseguem escapar de gaiolas em madeira ou plástico. O metal não deve ser pintado ou coberto com plástico, po
is a chinchila roê-lo-á. Para ajudar na limpeza, é aconselhável que a gaiola tenha um tabuleiro removível em baixo onde poderá facilmente limpar as fezes. Neste caso, pode usar jornal para forrar o fundo. Caso não tenha um tabuleiro removível, pode usar aparas de madeira como substrato, de preferência de pinho.
A gaiola deve ser colocada num sítio onde não receba luz directa do sol.
Um bebedouro e um comedouro são obrigatórios e devem, preferencialmente, estar presos às grades laterais, para evitar que a chinchila urine na comida e na bebida ou que entorne o conteúdo dos mesmos.
A gaiola deve ter uma roda de exercício própria para chinchila, que deverá rondar os 40 cm. As chinchilas devem ter acesso à roda desde pequenas, caso contrário podem não se habituar a andar nela.
Reprodução
A fêmea é maior que o macho, é mais agressiva e pesa mais. Aos seis meses de idade alcança sua maturidade sexual. O cio se apresenta cada 28 dias.
Pode ser coberta em qualquer época do ano ainda que os criadores indiquem qua a fertilidade é maior durante o inverno. O cio dura 5 dias.
O período de gestação é de 111 dias. Nos primeiros trinta dias de
prenhez, observa-se perda gradual de peso, 30 gramas aproximadamente. Ao segundo mês recupera o peso e inicia paulatinamente o aumento até 60 gramas sobre o peso inicial. No terceiro mês, o peso alcança 120 a 180 gramas e aproximadamente 10 dias antes do parto perdem novamente 30 gramas.
Outras mudanças fisiológicas são: turgidez e avermelhamento dos bicos das mamas, aumento da glândula mamária, inactividade, aumento de tamanho do abdómen. O parto ocorre durante as primeiras horas da manhã ou em plena noite, com a duração de uma hora ainda que possa prolongar-se até 24 horas.
A fêmea é receptiva ao macho, durante o cio e imediatamente após o parto, durante um período aproximado de 36 horas.
O macho convive pacificamente com a fêmea durante o parto, tanto que existe a possibilidade (e é frequente) de cobertura logo após o parto.

Filhotes
A média é de 2 filhotes por parto. Pode variar de 1 a 6, porem, em
partos com mais de 3 filhotes a mortalidade infantil é muito elevada. A chinchila nasce com olhos completamente abertos, em grande actividade, o corpo coberto totalmente de pele e pesa aproximadamente 30 a 60 gramas. Também nasce com a dentição completa: dois incisivos superiores, dois inferiores e oito molares em cada mandíbula, num total de 20 dentes.
Com três semanas, o recém-nascido pode mastigar e ingerir o alimento na forma de ração ou "pellets". Muitos criadores, durante a primeira semana, administram meia colher de aveia moída seca (crua). O desmame é completado entre 30 e 45 dias; nesta oportunidade as crias separam-se da mãe, colocando-se em jaulas individuais de acordo com o fim para o qual são seleccionadas, seja como reprodutores ou para pele. Alguns criadores mantêm as crias juntas numa mesma jaula, mas impreterivelmente, aos quatro meses, devem ser colocadas em jaulas individuais.
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